O desejo de matar o Ernesto continua. É um projeto da direita insuflar contra as pessoas que pensam diferente, possíveis fanáticos, capazes de tudo.
Vamos lá, páro o meu trabalho para dizer algumas coisas: existem pessoas aí que estão em pé como Lázaro depois de Jesus Cristo, mortos ressuscitados para não dizer nada.
Na área esportiva então, é uma festa. O que me impressiona é que tem gente que acredita que um comentarista pode dizer uma verdade que foge ao técnico.
Parece que se colocasse um comentarista no campo a vitória seria sempre do comentarista. O cara está se valendo de uma mentira, uma inverdade para convencer pessoas que gostam de ser enganados.
Como se o futebol fosse uma ciência exata, que basta conhecer as suas leis para conseguir tudo.
Antigamente, quando havia só o rádio, era natural que houvesse um comentarista, porque ninguém obviamente via o jogo. Hoje com múltiplas câmeras, com todo mundo vendo, os comentaristas dizem catadupas de obviedades e ficam fazendo um esforço para complexificar o jogo, de modo a dar importância a si mesmo e significado a uma coisa que é muito simples.
A função do comentarista é adiantar aquilo que vai acontcer depois do final do jogo: discuti-lo com o espectador. Só isto.
E alguns insistem em ficar não deixando espaço aberto para uma nova geração de comentaristas, que poderia expressar melhor os valores e critérios de nosso tempo atual.
Mas a verdade é que é uma manipulação de consciências, um pacto de sonho psicótico o explicar até cansar as táticas e estratégia do jogo.
Não houve uma renovação e atualização as gerações passadas de comentaristas que ficaram em priscas eras.
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