sábado, 19 de setembro de 2026

Eu escapei de um câncer um encosto futebolistico me desejando morte

 

Volto às minhas diatribes. Não posso deixar de responder a quem deseja a minha morte. Eu já me referi a isto em outro artigo, mas sou obrigado a retornar, porque não é da minha indole deixar passar chateações.

Eu não sou supersticioso: não acredito que alguém , babando na gravata e pedindo o meu passamento, o consiga. Além do mais escapei agora da possibilidade de ter um câncer colo-retal.

Se eu fosse supersticioso eu diria que até estes “ peidos de voz”(“flatus vocis” como gostava de dizer Nietszche) têm me ajudado a sobreviver, quer dizer, têm efeito contrário.

E todo tipo de afirmação é usada para me desqualificar: Deus leva as pessoas boas e deixa as más, como eu, aqui. Então se eu morrer é porque Deus está precisando de mim lá.

E tem muita muita que repete bobagens que está há um tempão aí´no futebol ,que já está há muito tempo na terra também. Significa que Deus não quer ele lá em cima. O qualhada(chico anysio) é que dizia: “exatamente, detalhe, exatamente detalhe”. “Exatamente ,entende e o detalhe”( o detalhe é o conjunto).

Com a idade que eu tenho a minha vez está chegando, mas eu ainda tenho que durar um pouco porque eu cuido de um irmãozinho caçula católico, que reza todo dia, vai à missa todo domingo e é uma boa pessoa como eu.

Não se pode desejar morte para uma pessoa de bem. Que tem tolerância religiosa, respeita a opinião dos outros. Só porque eu sou de esquerda, evetualmente comunista, não se justifica uma baboseira destas.

Ao contrário ,tem gente que se orgulha de ser católico, uma igreja, como eu já disse, cheia de crimes, inclusive atualmente ,contra meninos. Casos de pedofilia, desvio de dinheiro, relações com corruptos.

Eu tenho muito mais condição de entrar aí nesta igreja. Desgruda de mim encosto futeolistico.



Em última instância a revolução comunista,marxista atende a isto

 

Senti necessidade de tratar de um assunto que está oprimindo o meu cérebro já há algum tempo: todo o discurso intelectual, explicativo, narrativo, que eu faço, tenho absoluta consciência de que não é maior do que a realidade em si.

Explico: o que motiva efetivamente os processos de mudança são aqueles que acontecem no real. No caso das revoluções comunistas, marxistas, a questão é redimir as pessoas oprimidas pela miséria e pelas injustiças, as quais ainda devoto o meu compromissso.

Mas existe um historiador alemão Ernest Nolte, que escreveu um livro importantíssimo “A guerra civil européia”, em que ele toca o ponto nodal, para mim, destas revoluções: a capitalização do desespero, da vitimização, real ou não, das massas.

Do ponto de vista teórico, científico, eu já mostrei os erros do marxismo, pelo viés do monismo. O monismo junta ciência e axiologia e o fato de existir injustiça não quer dizer que a ciência e a teoria tenham as soluções adequadas para esta opressão.

Não se trata só de emancipar os oprimidos através da vontade e da força, mas de construir algo novo. Não é vontade só , como pensava Marx, mas de pensamento.

Assim sendo é compreensivel que a partir da revolução russa, que capitalizou o desespero do país, tudo se resuma a tomar o poder do estado, reconhecer a situação destes oprimidos e passar por cima de quem não concorda.

Este modelo não deu certo e não é justificável, para emancipar os oprimidos, causar danos a pessoas inocentes. Isto tem sempre uma consequencia.

O oprimido quer ser liberado agora, já ,e não se preocupa com estas questões éticas, mas isto infelizmente terá consequencias depois, e às vezes contra os próprios oprimidos.

Stalin matou 50 milhões de burgueses? Matou camponeses pobres, que eram parte da aliança que Lênin havia montado.

Há outras formas de se chegar na utopia num tempo razoável. Falarei delas e de aspectos outros deste problema nos próximos artigos.

STF uma vergonha

 

Dou uma parada nas minhas diatribes para analisar o stf . Nunca podia imaginar que esta questão da “judicialização” chegasse a este ponto.

Acreditei que os impasses entre o congresso e o judiciário acabariam se diluindo e a direita perderia a sua “piéce de resistence” golpista, uma ve zque o judiciário entraria nos eixos.

Sempre acreditei na racionalidade humana, mas nas últimas décadas fica claro para mim que esta racionalidade não existe mais. O cânon ocidental não existe mais.

Todo mundo age segundo sua vontade ou talante. No final das contas o que está ruim pode piorar.

O judiciário entrou diretinho na jogada da direita: gostou do espetáculo, gostou de fazer politica e incorporou à sua prática os truques e vergonheiras da politica em si mesma, promiscuidade com malandros, corruptos e assim sucessivamente.

Até onde eu sei, com o que eu aprendi na faculdade, Juiz, assim como outras profissões, não pode ter contato com determinados ambientes(puteiros por exemplo) e pessoas e não pode se valer do cargo para obter vantagens pessoais, como em escritórios de advocacia, de parentes ou amigos.

O “espetáculo” dos últimos dias expõs uma das instituições mais importantes da república, a um ridículo desgastante, que só vai favorecer e justificar, no caso da vitória de Flavio, o golpe da direita, há uma década acalentado.

Os juizes cairam direitinho. Aceitaram a pompa de satanás e deliraram na maionese como eu nunca vi na vida, nem na época da ditadura militar.

O diálogo com o ministro Luiz Fux é uma das coisas mais tétricas que eu ouvi na minha vida: “o sr não tem o meu nome nas fitas”, diz Fux e o outro redarguiu: “tem sim senhor”, “não, não tem” e etc.

Tudo converge para o golpe e fechamento ou modificação total do STF. O normal seria que estes envolvidos, estes juizes, se demitissem.

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Marilena Chauí (de novo)

 

Eu tenho que parar o meu trabalho para sempre me dirigir a estes intelectuais que aparecem no meu smart e no meu note, para me jogar na cara as suas realizações, como se isto fosse critério de verdade.

O primeiro a fazê-lo foi Luiz Eduardo Greenhalg, que jogou na minha cara uma noite de autógrafos pessoal, mostrando que ele tinha muita gente para pegar a sua assinatura num livro que não sei qual é.

Depois vieram outros , sem me citar naturalmente. Tanto à direita como à esquerda.

Mas agora, quando citei as afirmações de Roland Corbisier sobre Ideologia , contestanto, desde a década de 80, os conceitos do livro de Marilena Chauí sobre o mesmo tema, sofro deste massacre de asneiras.

Por causa disto esta professora vem me jogar na cara as suas realizações , os seus aplausos, as suas homenagens, como se eu tivesse questionado tais coisas.

Eu já expliquei, mas vou explicar de novo: a verdade é acessível a todo homem. Não é à toa que o meu blog principal tem o nome “ o conhecimento é de todos”.

Existem critérios de verdade que transcendem estas realizações da vida. Um professor recebe um titulo honoris causa por seu trabalho profissional. Recebe homenagens pelo trabalho, pelos seus livros.

Tudo isto tem legitimidade, mas a produção no tempo histórico de conhecimento não se reduz a estes critérios.

Imagine que todos aceitassem de maneira dogmática o que qualquer pessoa ou filósofo dissesse. Nós não tinhamos saído de Ninive.

É assim mesmo. Galileu ridicularizou a física de Aristóteles e criou a mecânica clássica. Einstein criticou as limitações de Newton, para fazer a relativistica.

Grande parte das pessoas , à direita e à esquerda vêm aqui por minha causa, mas não me reconhecem e não abrem espaço para eu participar ou emitir a minha opinião. Eu peço a estas pessoas que nestas condições não venham aqui me impor asneiras.

Desde o inicio do meu trabalho eu deixei claro:se não vai me reconhecer passe ao largo ou então me proibe de alguma forma, mas se vêm aqui tem que ter a hombridade de me citar e de falar diretamente. Acho uma covardia e uma desonestidade. Então não venham aqui se não vão me dar espaço.

A sra Marilena Chaui está erradíssima. Teve um surto num destes videos quando agrediu a classe média , a qual pertenço, junto com ela, chamando-a de burra , ignorante, sem nenhum fundamento científico, só a egocentria passional de uma mãezona.

Não tem sentido.



domingo, 6 de setembro de 2026

Breno Altman e Jessé Souza

Tendo recebido manifestações destas duas pessoas , no meio do meu smart e no meu youtube e MSN novamente farei comentários sobre os conteúdos enviados.

Naturalmente ,como sempre, eu não sou citado e nem chamado para debater: eu tenho que ouvir estas bobagens mal fundamentadas, por imposição nas minhas redes, sabendo que estas imagens vêm até aqui porque eu(euzinho)fiz críticas pertinentes a estes personagens e ao stalinismo. Eles estão vindo aqui por minha causa sem me reconhecer. Covardia, desonestidade e mau caratismo.

Mas vamos ao que interessa:em primeiro lugar Jessé de Souza aparece aqui num programa da globo aparentemente falando diretamente para a atriz Cissa Guimarães.

Na sua fala(dele) Jessé de Souza diz à atriz que a classe média é culpada e responsável por uma série de coisas.

Em primeiro lugar um sociólogo não pode generalizar: se ele é realmente weberiano e se leu o “Dezoito Brumário” não tem como falar em classe média como se fosse uma coisa só.

Todas as classes possuem sub-divisões ,estamentos,categorias. NÃO É TODA A CLASSE MÉDIA QUE TEM CARACTERÍSTICAS DE EXPLORADORA,IGNORÂNCIA E OPRESSÃO.

A maior parte dela é explorada ,defende valores democráticos, honestidade, respeito à lei e sofre também com diversas formas de opressão.

O discurso de Jessé para a atriz Cissa Guimarães é uma reiteração do que foi o diálogo entre os artistas e a classe média em todas as experiências de socialismo real, que muita gente chama erradamente de comunismo, e o stalinismo e as formas várias de estalinismo,através de suas viuvas c,omo Jessé de Souza.

A matéria-prima do artista é a emoção, a sensibilidade e toda pessoa que envereda pela arte tem estas coisas demais e quem as tem se apieda do sofrimento, da opressão. Por isto 99,99 por cento dos artistas é de esquerda. Uma vez aquele oportunista que fez a música “Godiva de Irajá”,esqueci o nome dele, perguntou ao Roberto Campos porque todo o artista é e esquerda: a resposta é esta.

Neste sentido ,o artista ,quando ouve um discurso revolucionário de redenção dos oprimidos, se entrega totalmente, mas ele não tem consciência das mediações entre a questão posta assim em termos culturais(marxismo cultural)e o aparelho, o aparelho de politica e de poder.

Na hora em que o artista cai nesta teia, ele corre riscos inomináveis de ser manipulado e , no final,massacrado. Alguns artistas conseguem se adaptar, outrros, a maioria,não.

Stanislavski adorava Stalin, mas o Stalin não fez nada com ele porque ele era conhecido no ocidente.

Outros, menos conhecidos, se suicidaram, como Fadeiev, que introduz neste artigo as considerações de Breno Altman.

Mas eu ainda tenho que dizer algo sobre o Sr. Jessé: o que ele faz como sicário do stalinismo, é o que sempre aconteceu, jogar um anzol para pessoas inocentes e bem intencionadas e depois manipulá-las ou massacrá-las. Como acontceu na URSS. Na China em que artistas da ópera de Pequim foram impalados vivos , em Praça pública, porque eram artistas e homoafetivos. No Cambodja toda a classe média foi assassinada , virou caveira nas estantes. Está tudo lá, advogado, artista, professor.

Agora eu me volto para outro sicário do stalinismo: Breno Altman. Que veio aqui no meu youtube ,sem me citar, dizer uma coisa que meu pai dizia: stalinismo não existe.kkkkkk.

O truque com relação ao stalinismo é o seguinte: todo mundo viveu sob as asas de Stalin. Ao ser denunciado, não só ele , mas todos estes apoiadores são atingidos. Então o que fazer? Transferir a responsabilidade para a figura física de Stalin.

Num livro famoso que foi lançado na época pelo editorial vitória “o que é o stalinismo”, todos os que escrevem lá, exceto Luckacs, culpam Stalin. Até Togliatti, que já era crítico, entra nesta, talvez querendo preversar a unidade do PCI. Ele diz “ subiu à cabeça de Stalin o poder,a sua falta de limite”.

Mas o caminho para caracterizar o stalinismo vem de Luckacs, na “carta sobre o stalinismo” em que ele atinge o ponto nodal da questão se referindo aos “pequenos stalins” espalhados por aí.

Mas não é só isto que fundamenta a existência deste ismo maldito: o culto à personalidade, a transgressão da legalidade socialista, colocar-se acima do movimento comunista, em prol do chefe, tudo isto e principalmente o fim da Revolução, põe a verdade deste fenômeno.

Breno Altman falseia o real, por interesse pessoal, por egoismo e egocentria ,por elitismo vermelho, que odeia tanto o povo, como certas direitas e certas burguesias.

Se só existe a ação de Stalin , não existe o stalinismo; Basta tirar o Stalin que sua prática continua. Como meu pai argumentava.

É a mesma coisa, mutatis mutandi, que os nazistas tentam faer com Hitler: dissociá-lo do movimento nacional socialista. Eu não tenho dúvida que Hitler calculou bem quando praticou o genocidio. Ele sabia perfeitamente que um próximo lider nazista teria que fazer algo pior par superá-lo.

Há outra coisa que Breno Altman relata, no MSN, o suicídio de Fadeiev, campeão do realismo socialista.

Fadeiev, como Maiakovski, suicidou porque se sentiu enganado. Olhou para a sua vida pregressa e viu que tinha sido enganado na sua atividade, que servira a um mentiroso. O kgb, o idôneo kgb, disse que ele morreu por alcoolismo, tensões pessoais. Assim também o nkvd proclamara a morte de Maiakovski como resultado de uma “vida arrebatada”. Mentira. Mentira. Mentira. Se suicidaram porque não aguentaram a pressão totalitária. Mentira do Sr. Breno Altman. Como a esposa de Stalin , Nadia Alyluieva, que atirou em si mesma em 1932.

Então, eu me vejo numa situação muito complicada, porque é em função do que eu disse aqui e dos meus artigos e livros que estas pessoas, Marilena Chauí, Breno Altman, Jessé de Souza aparecem no meu feed, nas minhas redes. Agora apareceu um sr. Adriano, que parece um destes capachos que ficam agradecendo ao orientador a aceitação da tese , que fica também fazendo críticas.

Eu quero reptir o que eu disse , até eles entenderem: se não me dão oportunidade de debater em público, saiam das minhas redes. Esta atitude de colocar um auxiliar para falar comigo é depreciativa e ofensiva , sem esquecer as coisas que eu disse antes,desonestidade, covardia e elitismo. Não admitir que é por minha causa que estas reações estão aparecendo me ofende e de fato eu tenho a qualidade de muitos professores doutores e até mais.

Se não quer debater comigo em público, me reconhecendo, não vem aqui.




sexta-feira, 21 de agosto de 2026

De novo o meu reconhecimento

 

Tendo adquirido um smartfone recebo todo tipo de video de pessoas que lêem os meus trabalhos e vêem aqui no meu youtube, que fica aberto. Luiz Felipe Pondé aparece no meu feed de noticias no facebook, falando e fazendo a mesma coisa que todo mudo fala e faz nas minhas redes: que tudo o que eu digo aqui já foi dito e que eu, por consequencia sou um papagaio.

Eu vou recuperar alguns argumentos que venho sobejamente repetido aqui, para ver se desta vez estes caras desistem de me “ aterrorizar” ou diminuir, para que eu desista de falar e de escrever.

Eu escrevi um livro “O Autodidata” em que pus todos os meus critérios de atividade. Eu sou profundamente profissional e correto. Eu sou mais profissional do que Karl Marx, que , não raro, não cita , como deveria, certos autores e a origem de certas ideias.

Marx tinha que ter citado Proudhon no primeiro capitulo de “O Capital”; disse que a ideia de ditadura do proletariado é dele, quando foi criada pelo operariado francês; a frase “operários de todos os países uni-vos”, não é dele, mas do grupo comunista pelo qual ele publicou “O Manifesto Comunista”, livro que ele plagiou, na sua organização interna, de outro, de Victor Considerant.

Eu não escrevo um artigo ,um livro, sem ver se outras pessoas trataram do tema. Quando eu estudava na uerj aprendi com uma professora ,Creuza Capalbo, a verificar se existiam teses iguais a que eu queria fazer.

Por extensão faço-o na medida do possível sempre. E desde o inicio de minha atividade pus os limites de minha atividade: sou como um garimpeiro que prospecta com a batela, pedrinhas , coisas novas e interessantes , como ensinava Heidegger ao seus alunos.

Obter ,dos textos, pedrinhas, coisas pequenas, mas significantes. Também afirmei constantemente que minha vocação é a história da filosofia, na busca de liames entre os filósofos, liames entre os filósofos e a sua época e seus contemporâneos.

Eu sou interdisciplinar e por isto busco as sinapses entre os diversos saberes. Também escrevo livros e artigos para ser professor. Para me dirigir às pessoas que querem adquirir conhecimento.

Possuo pois, diversos objetivos e finalidades. Mas vira e mexe encontro coisas novas, de vulto, embora não universais, não transcendentes.

Mas tal coisa, todos os meus críticos, como Pondé, fazem igual. É uma babaquice dizer que o que eu digo, outros fizeram melhor e igual. E alguns destes babacas ficam repetindo coisas que digo aqui sem me nomear,porque possuem doutorado e eu não. É uma questão de hombridade reconhecer o valor do outro.

Eu tenho feito trabalhos que não são conhecidos,que não têm similaridade com outros.

sábado, 8 de agosto de 2026

A necrose do movimento comunista

Dois fatos me chamaram a atenção nas últimas semanas e que expressam um conceito que eu passei a ter sobre a decadência do movimento comunista.

Com o exemplo do antigo MR-8, que terminou a vida como organização para-fascista , eu via a tendência do totalitarismo de esquerda se igualar ao de direita.

Desrespeito essencial à democracia, imposição de modelos explicativos, que no final são só ideologia justificativa de violência.

Sem falar em tendências racistas, como anti-semitismo. Muitos ,dentro da esquerda, possuem um anti-semitismo e também ,agora, um racismo reverso contra os brancos.

Meu pai estalinista terminou a vida dizendo: “quando ouço a palavra democracia penso logo num revólver”.

A decadência da esquerda ortodoxa é real. Tirando aqui a América Latina, não se fala mais nesta ortodoxia, que só existe para compor um quadro politico inócuo e passadiço.

A esquerda não se renova porque estes empedernidos não reconhecem a derrota e não querem perder o seu nome e lugar na politica.

Tudo parece ser válido para continuar, para permanecer , ainda que ilegitimamente, a qualquer custo.

Após saber que Daniel Oertega não fará mais eleições na Nicarágua, a minha desilusão é total. E após ouvir que Aldo Rebelo está no partido de Caiado, da UDR, não sei mais como abordar o movimento.

Eu pergunto se vale a pena abordá-lo em análises politicas necessárias, diante deste podridão. Seria melhor fechar a tampa do caixão e esquecer.

Quais as próximas noticias aterradoras sobre a esquerda ortodoxa? Tenho medo até de especular, porque jamais poderia imaginar que um movimento que tinha convicções firmes e buscava uma coerência entre o ser e o fazer chegasse a este ponto de oportunismo.