Tendo adquirido um smartfone recebo todo tipo de video de pessoas que lêem os meus trabalhos e vêem aqui no meu youtube, que fica aberto. Luiz Felipe Pondé aparece no meu feed de noticias no facebook, falando e fazendo a mesma coisa que todo mudo fala e faz nas minhas redes: que tudo o que eu digo aqui já foi dito e que eu, por consequencia sou um papagaio.
Eu vou recuperar alguns argumentos que venho sobejamente repetido aqui, para ver se desta vez estes caras desistem de me “ aterrorizar” ou diminuir, para que eu desista de falar e de escrever.
Eu escrevi um livro “O Autodidata” em que pus todos os meus critérios de atividade. Eu sou profundamente profissional e correto. Eu sou mais profissional do que Karl Marx, que , não raro, não cita , como deveria, certos autores e a origem de certas ideias.
Marx tinha que ter citado Proudhon no primeiro capitulo de “O Capital”; disse que a ideia de ditadura do proletariado é dele, quando foi criada pelo operariado francês; a frase “operários de todos os países uni-vos”, não é dele, mas do grupo comunista pelo qual ele publicou “O Manifesto Comunista”, livro que ele plagiou, na sua organização interna, de outro, de Victor Considerant.
Eu não escrevo um artigo ,um livro, sem ver se outras pessoas trataram do tema. Quando eu estudava na uerj aprendi com uma professora ,Creuza Capalbo, a verificar se existiam teses iguais a que eu queria fazer.
Por extensão faço-o na medida do possível sempre. E desde o inicio de minha atividade pus os limites de minha atividade: sou como um garimpeiro que prospecta com a batela, pedrinhas , coisas novas e interessantes , como ensinava Heidegger ao seus alunos.
Obter ,dos textos, pedrinhas, coisas pequenas, mas significantes. Também afirmei constantemente que minha vocação é a história da filosofia, na busca de liames entre os filósofos, liames entre os filósofos e a sua época e seus contemporâneos.
Eu sou interdisciplinar e por isto busco as sinapses entre os diversos saberes. Também escrevo livros e artigos para ser professor. Para me dirigir às pessoas que querem adquirir conhecimento.
Possuo pois, diversos objetivos e finalidades. Mas vira e mexe encontro coisas novas, de vulto, embora não universais, não transcendentes.
Mas tal coisa, todos os meus críticos, como Pondé, fazem igual. É uma babaquice dizer que o que eu digo, outros fizeram melhor e igual. E alguns destes babacas ficam repetindo coisas que digo aqui sem me nomear,porque possuem doutorado e eu não. É uma questão de hombridade reconhecer o valor do outro.
Eu tenho feito trabalhos que não são conhecidos,que não têm similaridade com outros.