domingo, 6 de setembro de 2026

Breno Altman e Jessé Souza

Tendo recebido manifestações destas duas pessoas , no meio do meu smart e no meu youtube e MSN novamente farei comentários sobre os conteúdos enviados.

Naturalmente ,como sempre, eu não sou citado e nem chamado para debater: eu tenho que ouvir estas bobagens mal fundamentadas, por imposição nas minhas redes, sabendo que estas imagens vêm até aqui porque eu(euzinho)fiz críticas pertinentes a estes personagens e ao stalinismo. Eles estão vindo aqui por minha causa sem me reconhecer. Covardia, desonestidade e mau caratismo.

Mas vamos ao que interessa:em primeiro lugar Jessé de Souza aparece aqui num programa da globo aparentemente falando diretamente para a atriz Cissa Guimarães.

Na sua fala(dele) Jessé de Souza diz à atriz que a classe média é culpada e responsável por uma série de coisas.

Em primeiro lugar um sociólogo não pode generalizar: se ele é realmente weberiano e se leu o “Dezoito Brumário” não tem como falar em classe média como se fosse uma coisa só.

Todas as classes possuem sub-divisões ,estamentos,categorias. NÃO É TODA A CLASSE MÉDIA QUE TEM CARACTERÍSTICAS DE EXPLORADORA,IGNORÂNCIA E OPRESSÃO.

A maior parte dela é explorada ,defende valores democráticos, honestidade, respeito à lei e sofre também com diversas formas de opressão.

O discurso de Jessé para a atriz Cissa Guimarães é uma reiteração do que foi o diálogo entre os artistas e a classe média em todas as experiências de socialismo real, que muita gente chama erradamente de comunismo, e o stalinismo e as formas várias de estalinismo,através de suas viuvas c,omo Jessé de Souza.

A matéria-prima do artista é a emoção, a sensibilidade e toda pessoa que envereda pela arte tem estas coisas demais e quem as tem se apieda do sofrimento, da opressão. Por isto 99,99 por cento dos artistas é de esquerda. Uma vez aquele oportunista que fez a música “Godiva de Irajá”,esqueci o nome dele, perguntou ao Roberto Campos porque todo o artista é e esquerda: a resposta é esta.

Neste sentido ,o artista ,quando ouve um discurso revolucionário de redenção dos oprimidos, se entrega totalmente, mas ele não tem consciência das mediações entre a questão posta assim em termos culturais(marxismo cultural)e o aparelho, o aparelho de politica e de poder.

Na hora em que o artista cai nesta teia, ele corre riscos inomináveis de ser manipulado e , no final,massacrado. Alguns artistas conseguem se adaptar, outrros, a maioria,não.

Stanislavski adorava Stalin, mas o Stalin não fez nada com ele porque ele era conhecido no ocidente.

Outros, menos conhecidos, se suicidaram, como Fadeiev, que introduz neste artigo as considerações de Breno Altman.

Mas eu ainda tenho que dizer algo sobre o Sr. Jessé: o que ele faz como sicário do stalinismo, é o que sempre aconteceu, jogar um anzol para pessoas inocentes e bem intencionadas e depois manipulá-las ou massacrá-las. Como acontceu na URSS. Na China em que artistas da ópera de Pequim foram impalados vivos , em Praça pública, porque eram artistas e homoafetivos. No Cambodja toda a classe média foi assassinada , virou caveira nas estantes. Está tudo lá, advogado, artista, professor.

Agora eu me volto para outro sicário do stalinismo: Breno Altman. Que veio aqui no meu youtube ,sem me citar, dizer uma coisa que meu pai dizia: stalinismo não existe.kkkkkk.

O truque com relação ao stalinismo é o seguinte: todo mundo viveu sob as asas de Stalin. Ao ser denunciado, não só ele , mas todos estes apoiadores são atingidos. Então o que fazer? Transferir a responsabilidade para a figura física de Stalin.

Num livro famoso que foi lançado na época pelo editorial vitória “o que é o stalinismo”, todos os que escrevem lá, exceto Luckacs, culpam Stalin. Até Togliatti, que já era crítico, entra nesta, talvez querendo preversar a unidade do PCI. Ele diz “ subiu à cabeça de Stalin o poder,a sua falta de limite”.

Mas o caminho para caracterizar o stalinismo vem de Luckacs, na “carta sobre o stalinismo” em que ele atinge o ponto nodal da questão se referindo aos “pequenos stalins” espalhados por aí.

Mas não é só isto que fundamenta a existência deste ismo maldito: o culto à personalidade, a transgressão da legalidade socialista, colocar-se acima do movimento comunista, em prol do chefe, tudo isto e principalmente o fim da Revolução, põe a verdade deste fenômeno.

Breno Altman falseia o real, por interesse pessoal, por egoismo e egocentria ,por elitismo vermelho, que odeia tanto o povo, como certas direitas e certas burguesias.

Se só existe a ação de Stalin , não existe o stalinismo; Basta tirar o Stalin que sua prática continua. Como meu pai argumentava.

É a mesma coisa, mutatis mutandi, que os nazistas tentam faer com Hitler: dissociá-lo do movimento nacional socialista. Eu não tenho dúvida que Hitler calculou bem quando praticou o genocidio. Ele sabia perfeitamente que um próximo lider nazista teria que fazer algo pior par superá-lo.

Há outra coisa que Breno Altman relata, no MSN, o suicídio de Fadeiev, campeão do realismo socialista.

Fadeiev, como Maiakovski, suicidou porque se sentiu enganado. Olhou para a sua vida pregressa e viu que tinha sido enganado na sua atividade, que servira a um mentiroso. O kgb, o idôneo kgb, disse que ele morreu por alcoolismo, tensões pessoais. Assim também o nkvd proclamara a morte de Maiakovski como resultado de uma “vida arrebatada”. Mentira. Mentira. Mentira. Se suicidaram porque não aguentaram a pressão totalitária. Mentira do Sr. Breno Altman. Como a esposa de Stalin , Nadia Alyluieva, que atirou em si mesma em 1932.

Então, eu me vejo numa situação muito complicada, porque é em função do que eu disse aqui e dos meus artigos e livros que estas pessoas, Marilena Chauí, Breno Altman, Jessé de Souza aparecem no meu feed, nas minhas redes. Agora apareceu um sr. Adriano, que parece um destes capachos que ficam agradecendo ao orientador a aceitação da tese , que fica também fazendo críticas.

Eu quero reptir o que eu disse , até eles entenderem: se não me dão oportunidade de debater em público, saiam das minhas redes. Esta atitude de colocar um auxiliar para falar comigo é depreciativa e ofensiva , sem esquecer as coisas que eu disse antes,desonestidade, covardia e elitismo. Não admitir que é por minha causa que estas reações estão aparecendo me ofende e de fato eu tenho a qualidade de muitos professores doutores e até mais.

Se não quer debater comigo em público, me reconhecendo, não vem aqui.




sexta-feira, 21 de agosto de 2026

De novo o meu reconhecimento

 

Tendo adquirido um smartfone recebo todo tipo de video de pessoas que lêem os meus trabalhos e vêem aqui no meu youtube, que fica aberto. Luiz Felipe Pondé aparece no meu feed de noticias no facebook, falando e fazendo a mesma coisa que todo mudo fala e faz nas minhas redes: que tudo o que eu digo aqui já foi dito e que eu, por consequencia sou um papagaio.

Eu vou recuperar alguns argumentos que venho sobejamente repetido aqui, para ver se desta vez estes caras desistem de me “ aterrorizar” ou diminuir, para que eu desista de falar e de escrever.

Eu escrevi um livro “O Autodidata” em que pus todos os meus critérios de atividade. Eu sou profundamente profissional e correto. Eu sou mais profissional do que Karl Marx, que , não raro, não cita , como deveria, certos autores e a origem de certas ideias.

Marx tinha que ter citado Proudhon no primeiro capitulo de “O Capital”; disse que a ideia de ditadura do proletariado é dele, quando foi criada pelo operariado francês; a frase “operários de todos os países uni-vos”, não é dele, mas do grupo comunista pelo qual ele publicou “O Manifesto Comunista”, livro que ele plagiou, na sua organização interna, de outro, de Victor Considerant.

Eu não escrevo um artigo ,um livro, sem ver se outras pessoas trataram do tema. Quando eu estudava na uerj aprendi com uma professora ,Creuza Capalbo, a verificar se existiam teses iguais a que eu queria fazer.

Por extensão faço-o na medida do possível sempre. E desde o inicio de minha atividade pus os limites de minha atividade: sou como um garimpeiro que prospecta com a batela, pedrinhas , coisas novas e interessantes , como ensinava Heidegger ao seus alunos.

Obter ,dos textos, pedrinhas, coisas pequenas, mas significantes. Também afirmei constantemente que minha vocação é a história da filosofia, na busca de liames entre os filósofos, liames entre os filósofos e a sua época e seus contemporâneos.

Eu sou interdisciplinar e por isto busco as sinapses entre os diversos saberes. Também escrevo livros e artigos para ser professor. Para me dirigir às pessoas que querem adquirir conhecimento.

Possuo pois, diversos objetivos e finalidades. Mas vira e mexe encontro coisas novas, de vulto, embora não universais, não transcendentes.

Mas tal coisa, todos os meus críticos, como Pondé, fazem igual. É uma babaquice dizer que o que eu digo, outros fizeram melhor e igual. E alguns destes babacas ficam repetindo coisas que digo aqui sem me nomear,porque possuem doutorado e eu não. É uma questão de hombridade reconhecer o valor do outro.

Eu tenho feito trabalhos que não são conhecidos,que não têm similaridade com outros.

sábado, 8 de agosto de 2026

A necrose do movimento comunista

Dois fatos me chamaram a atenção nas últimas semanas e que expressam um conceito que eu passei a ter sobre a decadência do movimento comunista.

Com o exemplo do antigo MR-8, que terminou a vida como organização para-fascista , eu via a tendência do totalitarismo de esquerda se igualar ao de direita.

Desrespeito essencial à democracia, imposição de modelos explicativos, que no final são só ideologia justificativa de violência.

Sem falar em tendências racistas, como anti-semitismo. Muitos ,dentro da esquerda, possuem um anti-semitismo e também ,agora, um racismo reverso contra os brancos.

Meu pai estalinista terminou a vida dizendo: “quando ouço a palavra democracia penso logo num revólver”.

A decadência da esquerda ortodoxa é real. Tirando aqui a América Latina, não se fala mais nesta ortodoxia, que só existe para compor um quadro politico inócuo e passadiço.

A esquerda não se renova porque estes empedernidos não reconhecem a derrota e não querem perder o seu nome e lugar na politica.

Tudo parece ser válido para continuar, para permanecer , ainda que ilegitimamente, a qualquer custo.

Após saber que Daniel Oertega não fará mais eleições na Nicarágua, a minha desilusão é total. E após ouvir que Aldo Rebelo está no partido de Caiado, da UDR, não sei mais como abordar o movimento.

Eu pergunto se vale a pena abordá-lo em análises politicas necessárias, diante deste podridão. Seria melhor fechar a tampa do caixão e esquecer.

Quais as próximas noticias aterradoras sobre a esquerda ortodoxa? Tenho medo até de especular, porque jamais poderia imaginar que um movimento que tinha convicções firmes e buscava uma coerência entre o ser e o fazer chegasse a este ponto de oportunismo.




sexta-feira, 31 de julho de 2026

Uma contestação às minhas opiniões sobre segunda guerra.

 

Um professor apareceu aqui, no meu youtube(sem me citar naturalmente) questionando a minha visão sobre a segunda guerra, afirmando que foram basicamente as questões derivativas do Tratado de Versalhes que originaram o ultimo conflito.

Este é o problema de professores especializados e acostumados a pensar em termos monisticos, ou seja, como eu já expliquei, tratar tudo com se fosse consequencia de uma causa única.

O pano de fundo dos dois conflitos mundiais não tem como ser explicado por uma causa só e na verdade , como eu já mostrei em outro artigo, citando Sartre, existem, também na História, um concurso de causas mediatas e imediatas que explicam determinadas ocorrências,ferindo de morte o monismo.

Não existe segunda guerra sem a primeira e eu disse que a primeira vinha da luta da Alemanha para obter o seu império, o que foi negado no Congresso de Berlim de 1885. A partir daí a Alemanha provocou inumeras crises até se voltar para a própria Europa, quando viu que suas reinvindicações não seriam ouvidas.Ponto.

Ao acabar 14\18 as potências vencedoras trataram os vencidos retaliatóriamente e açularam o desejo de revanche.

Contudo ainda havia reivindicações de imperio e nascia no continente o problema do socialismo e do comunismo, que antes de 14\18, já era uma problemática assustadora para as classes altas, notadamente na Itália.

O fascismo italiano apareceu como uma proposta de combate ao socialismo e de construção de um nacionalismo que queria paralisar este socialismo.

Ao acontecer 1917, com os comunistas em Moscou essa questão nacional italiana passou a ser européia. Uma coisa não exclui a outra, antes a amplifica.

Supondo que os vencedores em 1919 tivessem agido com justiça, a questão do Império permaneceria como causa do fascismo e de uma possível guerra.

Se os comunistas não chegassem ao poder em Moscou, este desejo de império continuaria, porque o socialismo continuaria. Construir um imperio era uma condição também de manter o socialismo afastado dos povos, como fizeram Inglaterra e França.

Neste caso a segunda guerra seria muito parecida com primeira.

Isto tudo não é especulação, mas discussão de cenários possíveis.

Em última instância os impérios são o detonador final de nosso tempo e tal vem de 1885.

Mas com os elementos citados ,imediatos ,a segunda guerra teve a sua conformação.

Muitos dizem, a inflação gerou Hitler, mas qualquer um resolveria o problema da inflação.

Havia um embate nas ruas entre fascistas e comunistas, de 1930 e 1933 e quem ganhou foram os primeiros. Esta é a causa da ascensão de Hitler.

domingo, 26 de julho de 2026

Uma conclusão sobre ciência politica e utopia.

 

Depois de anos de estudos , discussões sobre o papel das ditaduras e democracia,cheguei à uma conclusão sobre politica e utopia: a questão central da utopia é a democracia e a condição de unir a democracia com utopia é a admissão da alternância.

A grande dificuldade de fazer política, em nome da utopia, é como fazê-lo dentro de um critério de alternância de poder.

No apagar das luzes do comunismo , o PCI já admitia , disse-o Carlos Nelson Coutinho, a alternância do poder como método para se chegar ao poder e implementar uma nova ordem, uma utopia.

Alternância de poder sempre foi vista como uma “forma de politica burguesa”, de divisão de poder dentro de uma classe, lembrando Lênin em “O Renegado Kautsky”, e isto às vezes é verdade, mas, como qualquer forma politica, pode ser usada por qualquer visão.

Em sociedades homogêneas, em que o povo tem uma média ética bem formada e que se expressa politicamente é fácil fazer uma alternância porque os objetivos são muito claros , a longo prazo, tanto pelo povo quanto pelos politicos.

É possível nestes casos realizar politicas de estado , a longo prazo, repito, que acabam por solucionar problemas complexos.

Esta é uma lei da politica e da História: se cada governo faz o que quer, sem levar em conta as necessidads do povo ou isto acontece porque o povo não está nem aí ou a sociedade está tão esgarçada que ninguém se entende.

Na maioria dos países é esta segunda avaliação que prevalece. E quando nestes países não se consegue nada buscam-se formas de ditadura.

Então o enigma da politica me parece ser este: como associar o processo democrático com a utopia aceitando esta alternância de poder.

Como eu disse ,diversos fatores possibilitam este “ método” para se chegar lá: um povo organizado, homogêneo, objetiva e subjetivamente.



sábado, 18 de julho de 2026

Nietzsche e Haaland “aquilo que não me mata, me fortalece” crepúsculo dos idolos

 

À propósito da eliminação do Brasil para a Noruega, ocorreu-me, assistindo ao jogo e aos gols que nos enterraram, a frase de Nietzsche.

Como em outras ocasiões (90 na Itália) o Brasil martelou a Noruega e teve inúmeras chances para acabar com o jogo e se classificar, mas não conseguindo , por incompetência, foi vítima de uma lei geral da vida, da psicologia e da fisiologia: arriou psicologica e fisicamente e permitiu à Noruega controlar o jogo e esperar o momento para dar as oportunidades ao centroavante, que teve duas e ensacou.

Foi mais ou menos o que se deu há três anos quando o Fluminense passou pela semifinal, contra o Internacional: o técnico do time gáucho fez o certo, colocando Enner Valência para receber bolas e resolver o jogo.

Mas o que se viu foi um teatro de horrores: o botinudo perdeu três ou quatro oportunidades claras de gol e o time do Inter arriou como o do Brasil agora e aí o Fluminense se aproveitou e ganhou o jogo.

O sentido desta expressão é parte de uma das linhas de pensamento de Nietzsche. Eugen Fink escreveu um livro mostrando que são possíveis quatro sistemas filosóficos em Nietzsche. Eu vou tratar disto proximamente.

Uma destas linhas é exatamente a da busca de uma relação com o mundo e que permite a potência , o incremento desta potência que é preconizada por Nietzsche , como objetivo da vida e do perspectivismo.

Eu poderia dizer que há uma dialética aí nesta relação: o que o atinge, se não o mata , não o enfraquece, antes o reforça, lhe dando mais vida, mais potência.

Em toda a opressão que o ser humano sofre há sempre uma saída imediata, contrária à opressão e à favor do oprimido.

É como Maquiavel diz: transmudar os fatos que lhes são opostos em fatos favoráveis.


quarta-feira, 1 de julho de 2026

Porque critico tanto o Stalin


Eu já respondi a esta questão ,mas senti a necessidade de aprofundar este problema, principalmente no que diz respeito às consequencias dos crimes de Stalin.

Mas também porque ninguém da esquerda toca neste assunto. A verdade é que os crimes de Stalin afastaram os homens do movimento comunista e emancipatório do povo, da humanidade.

Os cristãos passaram para seus fiéis o que foi feito contra eles e seus irmãos por parte do regime stalinista(e por outros regimes inspirados pelo stalinismo).

Outros cidadãos de outros países têm testemunhos terríveis para dar.

Assim sendo , como eu já disse, levará muito tempo para uma pessoa que se diz comunista convencer outrem da sua sinceridade. Em alguns lugares ainda se consegue, mas na maioria a desconfiança é regra.

Há, no entanto, uma questão que não desenvolvi no passado e que quero colocar agora: até que ponto é crime de indução ao crime apoiar stalin.

Naquele tempo eu citei o caso de Wagner, que era anti-semita mas não podia ser acusado pelo genocidio. Não podia mesmo? Do ponto de vista juridico talvez realmente estas duas posturas não tenham como ser levadas aos tribunais, mas do ponto de vista moral efetivo será que é assim?

Não se há de dizer que não contribuiu para o crime , mas o ato em si é distinto deste condicionamento, como ensina o direito.

É uma irresponsabilidade criar estas condições para algo errado. Fazer o errado, ainda que não tenha a consecução prática dos seus critérios , ajuda. Não faz mas ajuda e impõe-se evitar.

O stalinismo tem uma responsabilidade histórica que a história só não julgará sozinha como diz Roy Medvedev, mas o cidadão comum.

Os argumentos que eu usei para retomar o caminho da relação vanguarda\povo são muito complexos par este povo se conectar com os comunistas novamente. Que argumento conectaria? O do desespero?