domingo, 7 de junho de 2026

Efeitos deletérios da ideologia nas famílias

 

Há muitos anos atrás eu já tinha abordado este problema citando um documentário da TV Senado “ crianças no olho do furacão” que tratava dos filhos dos militantes da esquerda brasileira que sofriam as consequencias do que acometia com o seus pais. Isto sem falar nos filhos que foram torturados na frente dos pais, como é o caso de Gilardini, integrante do Pcdo B.

Filmes também retraram este problema. Eu conheço outros casos de filhos que enlouqueceram, se suicidaram ou ficaram com sequelas dete tempo ominoso.

Tirei algumas conclusões, pensadas ao longo da vida, sobre a relação,que considero totalitária , entre partido, movimento , ideologia e família.

Esta mistura prejudica inevitavelmente a família e fundamentalmente os filhos , que não têm consdições de se defender de uma situação tão opressiva como é a militância em tempos de ditadura.

De diversas maneiras, a ideologia não tem meios de cumprir as tarefas paternas no âmbito da família. Hoje falarei só de uma característica, que não é só da ideologia.

No passado, os primeiros comunistas que eram ligados à União Soviética reproduziam uma estupidez do stalinismo e da psicologia pavloviana, que dava conta de que o homem só precisa das condições materiais de existência para viver, que era o mote daquele país e de pessoas que o seguiam, como aqui no Brasil, Oscar Niemeyer.

Esta “ visão” (boçal) foi propagada por um (boçal) italiano Amedeo Bordiga, que dizia que só bastava a satisfação das carências do homem para que ele se desenvolvesse na vida, não havendo necessidade de psicologia ou valores para a sua preparação

É como disse Nelson Rodrigues “ é um absurdo o que o marxismo quer, reduzir o homem às suas necessidades fisiológicas”.

Conheço uma família em que o pai disse aos filhos,um de 12 anos e outro de 9 , com o Capital na mão e olhos esbugalhados, que já tinha dado a educação neceessária aos filhos e que já não era mais com ele.

O menor enlouqueceu.

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