Há muitos anos atrás,quando aprendia ainda história,um conceito do Presidente dos Estados Unidos,James Monroe,vivia sendo ironizado: “a América para os americanos”.
Naquele tempo todo mundo dizia que esta frase significava a “América para os Estados Unidos” e esta ironia histórica parece se confirmar agora.
Intervenção na Venezuela,no Brasil,possivelmente na Colômbia e assim sucessivamente.Só que com uma diferença:agora parece ser o mundo inteiro para os americanos e o mundo inteiro reage como pode às investidas de Trump,cujo pensamento é aquele mesmo dos conservadores de todas as épocas.O que vale é o dinheiro e o poder que você tem para resolver ,pela raiz,os problemas.
O ONU foi esvaziada.Sessenta instituições foram mandadas embora dos Estados Unidos.
Num momento de crise assim,como numa guerra,tudo se coloca de maneira mais simples.Penso agora em Hegel,para quem a História apresenta estes fatos e crises para colocar os homens nos trilhos.
Este é o meu mote sempre:lógico que a politica assistencialista é importante,mas ele não deve parar por aí.Nós temos que resolver os nossos problemas.
A Venezuela tinha que usar o seu petróleo para emancipar os oprimidos de seu país,não ficar enrolando.A Colômbia deve fazer o mesmo e o Brasil também.
Se fica este chove não molha que se sustenta com uma confrontação inócua com os poderosos,estes,municiados de poder e dinheiro,tomam as rédeas para si.
As transformações que vão acontecer daqui por diante tem que ser usadas para que a questão social volte,a responsabilidade das nações para o combate definitivo da miséria volte ,a luta por uma democracia real volte,porque só assim evita-se o protagonismo atual da direita,que parece não fenecer,não recuar,antes pelo contrário,no vácuo deixado pela esquerda.
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