Em meio a este problema todo,não há nenhuma candidatura de centro esquerda.Aqui e no mundo vozes moderadas,mas firmes,não aparecem.
Toda esta polarização domina o ambiente politico,com a exceção do acordo UE-MERCOSUL,que segue um caminho construtivo.
Mas a polarização adquiriu agora algo que parecia encaminhar-se para a suepração:o imperialismo.
A politica da confrontação toma ares de politica imperial,cada país dividindo o mundo segundo seus interesses.Áreas de influência e...reconhece-se o retorno da guerra-fria,que eu disse que não foi embora.O século XX não se foi.
Então,nunca foi tão necessário uma politica alternativa,que confrontasse esta confrontação,procurando mostrar quais são os verdadeiros problemas da humanidade.
Aqui no Brasil só há politicos de centro direita,que não falam nada.Marina era uma chance de centro-esquerda,mas saiu da disputa e Ciro,pirou.
Aécio e Tebet são de centro direita e esta ultima está muito atrelada a Lula.
As possibilidades de surgimento de alguma coisa são pequenas.Não se vê em lugar nenhum,como eu disse.
Mas esta era a hora de buscar um “outro” discurso,pós-guerra-fria,social e talvez utópico.
Porque numa perspectiva de crise,que é a natureza desta confrontação,as chances de uma mudança também estão dadas:haveria interesse por parte das populações,dos povos quanto a propostas de solução d e problemas sociais,como eu tenho posto aqui,sobjamente.
A luta para tirar as pessoas da rua ,a luta para acabar com a fome, a questão da educação e assim sucessivamente.
Meu medo é que esta situação mundial abafe as necessidades sociais de cada país e mesmo a esquerda,que deveria ter atenção a isto,reproduz a confrontação.
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