quinta-feira, 30 de abril de 2026

Truques horrendos calúnias dos “ comunistas” contra mim

 

No contato que tive com eles em minha militância aprendi que criticar Marx, não sendo eu parte do núcleo(não sendo você)basta criticar o marxismo que uma série de acusações adicionais falsas são feitas.

Não interessa , para certos grupos, discutir, debater, mas simplesmente(se você não é do núcleo) obedecer.

É a chamada tradição do “ mandonismo”que vicejou no stalinismo e ainda se via e se vê em alguns setores desta ortodoxia maldita.

Falava-se muito em superar o “ mandonismo” de um Arruda Câmara, mas vire e mexe, nos momentos tidos como “ decisivos”, o mando do chefe supera todas as considerações teóricas, democráticas e de convivência.

Comigo não foi diferente: quando comecei a questionar o marxismo, como faço hoje, as suas hipossuficiências, outras acusações surgiram.

Que eu desdenhava não só o marxismo, mas a capacidade profissional dos militantes, os seus gostos, que me sentia superior aos outros e os menosprezava.

Muitos anos atrás eu expliquei a razão disto:o marxismo se tornou uma teoria compensatória geral de quem era e é oprimido. Atacá-lo significa concordar com a situação de opressão e as suas justificativas ideológicas, provenientes das classes altas.

Mas a ciência e a existência são coisas diferentes. Em meu livro sobre monismo eu também esclareci isto aí: deriva do coração e dos valores das pessoas o ficar do lado dos oprimidos mas é outra coisa querer tirar disto um principio científico.

Lênin em A doença Infantil” já dizia, transversamente esta verdade: “ a classe operária, porque toma o poder não s e transforma em santo” .

Se nós levarmos até ao final lógico esta afirmação nós veremos que a condição d e oprimido não cria ipso facto uma verdade científica e que a prática e o conhecimento são coisas diferentes.

Nenhum comentário:

Postar um comentário